Para mostrar os colaboradores que têm prioridade para tirar férias, a Xerpa considera os períodos aquisitivos e concessivos de cada pessoa.

A partir da data de admissão do colaborador, são contados 12 meses de período aquisitivo. Ao final desses meses, a Xerpa mostra que ele já está em seu período concessivo, ou seja, ele já tem direito de tirar 30 dias de férias. 

Na seção Fila de Férias, é possível ver o dia de início e de fim do período concessivo. Também está lá a data limite para que seja feito o aviso de férias, que é 30 dias antes do fim do período concessivo.


Quando o funcionário ainda não tirou as férias a que tem direito nesse período, seu Saldo de Férias aparece como 30 dias. Quando ele tirar parte ou o total das férias a que tem direito, esses dias serão descontados do saldo.

Esse saldo deve ser zerado antes do fim do período concessivo, para que não ocorra acúmulo de férias e multa para a empresa. 

Também consideramos as ausências e os detalhes de férias coletivas para deixar tudo muito bem calculado.

Saiba mais sobre os cálculos de períodos aquisitivos e concessivos:

O cálculo básico de período aquisitivo começa no dia da admissão do colaborador. A partir desse dia, os próximos 12 meses serão o seu período aquisitivo. 

Acabando o período aquisitivo, começa o período concessivo, que são os 12 meses seguintes. Durante esses tempo, o funcionário terá 30 dias para tirar de férias. Quando ele tira ou vende férias, os dias são descontados e o restante é mostrado no seu saldo de férias.

Os 12 meses do período concessivo são também um novo período aquisitivo, ao fim do qual o colaborador terá acumulado mais 30 dias para tirar de férias, e assim por diante.  

EXEMPLO: Data de admissão - 10/06/2016
Período aquisitivo - 10/06/2016 à 09/06/2017
Período concessivo - 10/06/2017 à 09/06/2018

Há alguns casos especiais que influenciam o cálculo de período aquisitivo e de férias:

1. Quando o colaborador é afastado por mais de 180 dias

Se um colaborador é afastado do trabalho por mais de 180 dias dentro de um mesmo período aquisitivo, seu período aquisitivo será interrompido e seu saldo de férias é zerado. 

Quando ele voltar para o trabalho, começará um novo período aquisitivo. Ele só terá direito aos 30 dias de férias 12 meses depois, no próximo período concessivo.

Se, por exemplo, um funcionário fica 300 dias afastado, sendo que os 140 primeiros dias caem em um período aquisitivo e os 160 dias restantes caem no período aquisitivo seguinte, então ele não perde seu saldo de férias e não há modificações no seu período aquisitivo.

2. Quando são marcadas férias coletivas antes de o colaborador ter direito a férias

Se o colaborador ainda não completou seu primeiro período aquisitivo na empresa e entra em férias coletivas, se inicia um novo período aquisitivo no mesmo dia de início das férias. Os dias que ele acumulou com seu trabalho antes das férias coletivas poderão ser desfrutados no período equivalente ao seu primeiro período concessivo, que não muda.

Por exemplo: 

O colaborador foi admitido em 10/2016. Em 02/2017 a empresa deu férias coletivas. 

De outubro a fevereiro, ele havia acumulado 10 dias de férias, apesar de ainda não ter direito a desfrutar delas (4 meses é ⅓ do ano, então ele acumulou ⅓ do total de férias). Ele poderá desfrutar desses 10 dias a partir de outubro de 2017, ou seja, quando começa seu primeiro período concessivo.

O novo período aquisitivo dele começa em fevereiro, ou seja, ele acumulará suas próximas férias até que o segundo período concessivo dele comece, em fevereiro de 2018. 

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