Consta nas leis trabalhistas que as férias não podem atravessar dois períodos aquisitivos. Por isso, a Xerpa funciona de maneira a não deixar isso acontecer. 

Quando as férias são marcadas, o sistema sempre vai consumir automaticamente do período aquisitivo mais antigo que ainda esteja em aberto. Férias divididas não são um problema: ele desconta normalmente. 

Férias divididas
Por exemplo: se o colaborador tem 10 dias do período 15/16 e 30 dias do período 16/17 em aberto, e você marca 5 dias de férias, ele vai automaticamente descontar 5 dias do período 15/16, vai sobrar 5 de saldo 15/16 e 30 no 16/17.  Aqui não há problema algum.

Férias maiores que o período aquisitivo
No caso de férias que sejam maiores que o saldo do período aquisitivo, o processo muda um pouco. Nós montamos de uma maneira a reduzir o risco de passivo trabalhista nesse caso.

Exemplo: o colaborador tem 10 dias de saldo de férias do período 15/16, e 30 dias do período 16/17, totalizando 40 dias de saldo.

Se ele marcar férias de 20 dias, o que o cálculo vai fazer é marcar tudo como período 15/16, e aí ela vai ficar como saldo de -10 dias no 15/16 e 30 dias no 16/17.

Para evitar problemas, é melhor deixar com saldo negativo do que dar férias a menos e receber multa por passivo trabalhista. 

Resumindo: 

  • O período em que a Xerpa marca as férias é sempre o mais antigo disponível, ou seja, o que estiver mais no topo da Fila de Férias.
  • É importante ver o saldo ao aprovar férias, para evitar marcar um período que invade outro. Quando for o caso de marcar férias maiores que o período aquisitivo anterior, o melhor é marcar duas férias, uma junta na outra.
  • Sempre forçamos a marcação a consumir o período mais antigo para evitar férias dobradas. 
  • Para saber exatamente o saldo de férias, é importante que o tratamento de férias esteja completo. 
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